Sobre Fabio Rocha > Fortuna Crítica

“Sua poesia é clara, forte, corajosa, direta, surpreendente.”
Artur da Távola (carta de 14/03/2005, sobre o livro “Corte”)


“São poemas simples e muito agradáveis de ler.”
Mano Melo (e-mail de 2005, sobre o livro “Corte”)
“Fabio, síntese perfeita, brilhante.”
Affonso Romano de Sant´Anna (sobre o poema “Gêmea Estupidez”)
“Siga em frente. Você leva jeito.”
Italo Moriconi (por email)“Fabio, O destino é curvo. Teu blog é reto. E teus textos, excelentes, ins-piram!”
Edson Marques (comentário no blog)

“Poemas breves, em sua maioria, utilizando-se de fragmentos de vida, transformando-os em magnetos para o deleite e atenção do leitor.”
Rosa Clement (prefácio do livro “A Magia da Poesia”)
“A poesia surge das suas inquietações, da sua acurada observação do tempo e espaço que habita e não o rigor frígido de poemas laboriosamente lapidados em laboratórios de dissecação filológica.”
Fred Matos (prefácio do livro “Tudo Pelos Ares”)
“Não há na sua dicção o soturno canto nihilista, o peso do pesar, o hermetismo simbolista, a exaltação dramática. Também não há, e isso me parece importante frisar, aquele tom um tanto cínico que tem marcado a produção contemporânea mais recente. Em resumo: nem exaltação, nem frieza. Um olhar diferente, especial. E isso, acredite, não é pouco e, igualmente, é muito raro.”
Ricardo Alfaya (prosa de abertura do livro “Tudo Pelos Ares”)
“Em Fabio, percebe-se que há um trabalho em constante evolução e seus poemas se fecham no círculo necessário a qualquer projeto. Ele sabe terminar um poema. Eles acabam em si. Eis o ponto crucial de Fabio, o que o singulariza.”
Elaine Pauvolid (prefácio do livro “Vice-Rei”)
“Fabio Rocha é na poesia contemporânea um fabuloso exemplo de como podemos encurtar o verso sem perder a poesia. Com seu incrível poder de síntese, vai sugando nos dias que correm as metáforas que passam desapercebidas aos olhos daqueles que não param para observar um pouco além do óbvio.”
Rodolfo Muanis (prefácio do livro “Caminho a manhã”)
“Uma poesia límpida e lírica, sem hermetismo para inglês ver, sem chavões.”
Tanussi Cardoso (trecho da resenha do livro “Corte”)
“Acho que teus poemas são “milimétricos”, no sentido de econômicos nas palavras, fugindo à verborragia e, exatamente por isso, expressivos. (…) Teus versos não contêm aditivos, constituindo-se em salutar alimentação natural. Não sei por que, talvez sob influência do nome de teu muito bom livro (“Corte”), sempre que te leio, esta ideia de incisão cirúrgica precisa, a não admitir sequer pequenos desvios, torna-se imperiosa para mim. E é exatamente isto que dá, à tua obra, personalidade, vulto, além, é claro, do saber jogar muito bem com a ironia, com a mordacidade, com o nonsense e, diria eu, algumas vezes, com um paradoxal niilismo crítico, posto que, partindo do mesmo, deságuas na esperança.”
Nilton Maia (por e-mail, em 2013)

“Tenha sempre aberta a janela do seu coração para a poesia, mesmo quando ela ‘pinga devagarinho’.”
Adélia Prado (por e-mail, em 2013, sobre o poema “Janela, palavra linda”)

 
91d1b carta de artur da tavola sobre o livro corte de fabio rocha
(carta de Artur da Távola de 14/03/2005)

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