Florbela Espanca

Florbela Espanca

A poetisa portuguesa Florbela Espanca, foi batizada como Flor Bela Lobo, mas optava por se autonomear Florbela d'Alma da Conceição Espanca. Os principais ingredientes da autora são amor, solidão, tristeza, saudade, sedução, desejo e morte. 

Principais Poesias de Florbela Espanca

A Noite Desce

Como pálpebras roxas que tombassem Sobre uns olhos cansados, carinhosas, A noite desce… Ah! doces mãos piedosas Que os meus olhos tristíssimos fechassem! Assim

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Vaidade

Sonho que sou a Poetisa eleita, Aquela que diz tudo e tudo sabe, Que tem a inspiração pura e perfeita, Que reúne num verso

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Nocturno

Amor! Anda o luar, todo bondade, Beijando a Terra, a desfazer-se em luz… Amor! São os pés brancos de Jesus Que anda pisando as

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*

Ser poeta é ser mais alto, é ser maior Do que os homens! Morder como quem beija! É ser mendigo e dar como quem

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Biografia

Florbela Espanca teve uma vida curta, de apenas 36 anos, mas foi plena, embora tumultuosa, inquieta e cheia de sofrimentos íntimos, que a autora soube transformar em poesia de alta qualidade, carregada de erotização, feminilidade e panteísmo.

A escritora escreveu poesia, contos, um diário e epístolas; traduziu vários romances e colaborou em revistas e jornais, Florbela Espanca antes de tudo era poetisa. Sua fama e reconhecimento são frutos da sua poesia, quase sempre em forma de soneto e com principal foco na temática amorosa.