Ferreira Gullar

Ferreira Gullar

Ferreira Gullar, pseudônimo de José Ribamar Ferreira, foi um escritor, poeta, crítico de arte, biógrafo, tradutor, memorialista e ensaísta brasileiro e um dos fundadores do neoconcretismo.

Principais Poesias de Ferreira Gullar

Subversiva

A poesia Quando chega Não respeita nada. Nem pai nem mãe. Quando ela chega De qualquer de seus abismos Desconhece o Estado e a

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Madrugada

Do fundo de meu quarto, do fundo de meu corpo clandestino ouço (não vejo) ouço crescer no osso e no músculo da noite a

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No corpo

De que vale tentar reconstruir com palavras O que o verão levou Entre nuvens e risos Junto com o jornal velho pelos ares O

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Traduzir-se

Uma parte de mim é todo mundo: outra parte é ninguém: fundo sem fundo. Uma parte de mim é multidão: outra parte estranheza e

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Biografia

O escritor Ferreira Gullar ganhou o concurso de poesia promovido pelo Jornal de Letras com seu poema “O Galo” em 1950. Os prêmios Molière, o Saci e outros prêmios do teatro em 1966 com Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come, considerada uma obra prima do teatro moderno brasileiro.

Em 2002, foi indicado para o Prêmio Nobel de Literatura por nove professores dos Estados Unidos, do Brasil e de Portugal. Em 2007, seu livro Resmungos ganhou o Prêmio Jabuti de melhor livro de ficção do ano. O livro, editado pela Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, reúne crônicas de Gullar publicadas no jornal Folha de S. Paulo no ano de 2005. Foi considerado pela Revista Época um dos 100 brasileiros mais influentes do ano de 2009.

Gullar foi postulante eleito da cadeira 37 na Academia Brasileira de Letras, tendo obtido 36 dos 37 votos possíveis na votação derrotando os outros candidatos: Ademir Barbosa Júnior, José Roberto Guedes de Oliveira e José William Vavruk.