avião

A linha ensangüentada do crepúsculo onde se deitava a lesma dourada cada vez mais fina é agora violáceo-triste. A criança ri da pantera cor de rosa e quero ter filhos. Chora nas curvas do céu e não quero mais. O pescoço ainda dói. O desmaio nunca sai. E, mais uma vez, não morro. Sigo. Seguimos. Para onde?

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