DA JANELA LATERAL NÚMERO 2

46413 anjo passaro 704614

as duas palmeiras:
asas no vento
à sua maneira

2 respostas

  1. Eu VOLTEI!Não achou que estava realmente livre de mim né? XD Muitos meses, uma promoção e poucos poemas depois, estou de volta para esse hábito de alimentar a alma diariamente com poemas. Então, deixando o mimimi para lá e atendo-me ao poema em questão, tenho apenas um comentário relevante:Próximo a meu apartamento, existe uma pequena rua, de apenas duas quadras, lotada de árvores. É uma rua escura, meio esquecida e ignorada pelos transeuntes comuns. É um daqueles pedaços de copacabana que não parece copacabana, silencioso, calmo, tranquilo. Mas, naquela rua lotada de árvores, pela qual passava todos os dias voltando da escola, e o único som que ouvia era o das rodas da minha mochila nas pedras portuguesas, por vezes, um vento cismava por fazer uma curva e soprar por lá. Nesses dias, eu olhava para cima e via e ouvia e sentia…milhares de pequenos pássaros, sempre voando, nunca migrando.O poema de hoje me fez saudoso da infância, onde via mais magia no céu e menos pedras no chão.Ja-ne. Vaso ruim não quebra, é o que dizem por aí.

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