MAS

me pego preso de quando em vez
na condição humana
na exaustão da repetição fútil
do que não é nem pode ser
mais

4 respostas

  1. Os poetas não são azuis nem nada, como pensam alguns supersticiosos, nem sujeitos a ataques súbitos de levitação. O de que eles mais gostam é estar em silêncio – um silêncio que subjaz a quaisquer escapes motorísticos e declamatórios. Um silêncio… Este impoluível silêncio em que escrevo e em que tu me lês.

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