ACRE

tempo em que palavras enjoam a boca 

(o devir sorri, vencedor) 
enquanto um som vermelho esbarra nos muros pixados 
nas casas fodidas 
nos olhos dos cachorros mancos perdidos nas ruas esburacadas
comprovando a inexistência ou ineficácia do deus que não responde: 
tempo de aprender 

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