ALESSANDRA

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se cismo
caminho e
caminho até acabar a estrada

então
com o coração acelerado
olho vagarosamente o nada
e volto

o sol na minha cara
é Alessandra do primário
magra e loura e rara
que sozinha dava estrelas
enquanto eu recebia
(abobadamente)
as primeiras sementes
da poesia

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4 respostas

  1. Puuuuuuuuuuuutz!! Sabia! Sabia! Sabia! Quando o poema nem parece meu, quando não reconheço minha voz nele, é que tá bom! :)) Obrigado, meu amigo!

  2. Muito bom,Fábio!Acabou de descobrir – via "puuuuuuutz!" – que o poema não está nem aí com a nossa cara… Posto no papel, dito ou na telinha, adquire vida própria. Há que conviver com isso. Abração. Gostei muito!

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