ROSNO PARA A LUA NUA

eu fronteiro o indizível
se tateio o imposível
que lentamente úmido
abre-se em sonhos possíveis

voluptuosa vida visceral
e veludosa
(contenção explodindo limites)

declamo em versos antigos quase tristes
curvas futuras que sentirei em quente
(quando são)
reclamo cadafalsos enquanto Torquato nãos vãos
(menores)
sonho é pouco, incisivo fato de tanque:
quero sangue e carne e dente e ti-amante

3 respostas

  1. rosnamos todos, lobos ou cordeirosbuscando o inacessivbelsonhando as escadas loucidasrumo ao flamejante reinodos fazes de contaa poesiaàs vezes mar de rosasàs vezes merda & mortaé que nos guia:cadê pasárgada, manuel?abraços em poesia, fáb io!

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