PÊNDULO

É tempo de escrever em prosa para contar-me minha louca história com mais clareza. Percebo que vario entre extremos. Constantemente. Balanço entre a paz de todos os amores leves e o horror da ansiedade de uma paixão vulcânica concentrada em um só ser. Na paz, me expando. No horror, me encolho. Na paz, o sentido está na própria vida. No horror, entrego o sentido na mão da paixão. Sou como o coração incansável em meu plexo. Objetivo: me aproximar do meio. Do meio termo. Do caminho do meio. Parar o relógio e viver além do tempo, vertical…

(Venta uma leve impressão de que até isso eu já havia escrito… E esquecido.)



“Você pode ficar desprendido sem amor ou pode amar sem ficar desprendido. É fácil escolher um extremo, uma polaridade.” (Osho, A Harmonia Oculta, p. 161)

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