FREIO

adio poemas
(trespassam adeuses chegadas oboés)
todas tantas que adio te ver deusa que és:
abismo que acalma
encontro desses brilhos de Netuno em que a alma geme
(ah, adolescência tardia na minha tarde quase noite)
adio o sagrado para quando mais paz e mais eu e menos foice
(dias, meses?)
então jazz aqui o meu silêncio todo teu
porcelana perfeita, frágil
e essas mãos imóveis em sua direção
pois do profundo mar no fundo de seus olhos
cada onda traz:
merecemos mais.

55689 freio

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