MUNDO DÁ VOLTAS

voltei
meu braço esquerdo voltou
minha poesia

vou voltar
valsar na rua
a lua aquecendo em leão
volver

sem meditação
nem medicação
não sem mate

(não se mate, Carlos)

não se meta
com a boca sonhando doce grito:
– Liberdade!

porcelanas em pele
me chamam em chamas
quente voltarei
vermelho sangue

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