INIMIGO: EU?

eu, logo eu
que já cravei tão fundo as garras na terra
numa noite enorme e antiga
repetindo "Jamais novamente!"
eis-me agora repetente
de amar, de tudo, de sempre:
são como nunca
como nunca, doente
(d-e-l-i-c-i-o-s-a-m-e-n-t-e)

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