DAS COISAS QUE APRENDI

Querer mais
que o médio
o meio
o tédio
o morno
o quase
o morto.

6 respostas

  1. Fábio, Os meios-termos, as meias-palavras, o viver-se pela metade, o amar em cima do muro… Tudo isso amortece a vida, feita para ser vivida não à meia-luz.Este é um poema com um sentimento perfeito dentro!Guardo-o comigo, entre os teus que mais me tocam.Expressa com perfeição o que penso e que por vezes é "mote" para escritos meus.Como dizia Maiakovski, "Gente é para arder"!Deixo-te em dueto com a Lispector, com um outro dela que tanto quanto o teu, é intenso até o caroço.Beijos, poeta."Sou composta por urgências:minhas alegrias são intensas;minhas tristezas, absolutas.Me entupo de ausências,me esvazio de excessos.Eu não caibo no estreito,eu só vivo nos extremos."[Clarice Lispector]…Katyuscia

  2. Oi Fabio…Adorei teu poema. Há pouco escrevi um post que tem um pouco a ver com essa coisa "em cima do muro"…E obrigada à Kanauã, que nos presenteou com Clarice!Beijo.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *