DIZER ADEUS SORRINDO

“Ser como o rio que deflui…
Silencioso dentro da noite.
Não temer as trevas da noite.
Se há estrelas nos céus, refleti-las.
E se os céus se pejam de nuvens,
Como o rio as nuvens são água,
Refleti-las também sem mágoa
Nas profundidades tranqüilas.”

(Manuel Bandeira)

Fazer do encontro, arte.

Conquistada essa parte
fazer da despedida
beleza
um passo de dança
um acenar suave
uma leveza…

(Tão difícil
quanto levitar uma mesa
de mármore.)

8 respostas

  1. Mas se a dor da alma quase consegue ser bonita, a despedida não deveria ser assim também? Ou ela é real demais para isso?Despedidas não são os piores momentos para mim, porque se me doem, é porque valeu a pena o que veio antes…Beijos.

  2. É, tenho que filosofar mais sobre, Renata. :)Eu acho que, em mim, essa dor se manifesta de forma muito estranha e descontrolada, em geral. Quero mais leveza nisso. Beijos

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