DOS OPOSTOS

Meu amor doce me aquece
com voz e olhar sagrados
mãos plenas e sorrisos brancos
paz da comunhão de abraços

Quando ela se vai eu me esqueço
me esvazio
me acho salgado
me encho de porcarias
vomito versos violentos cheios de “me”
e bebo Coca-Cola negra

2 respostas

  1. Ah, poeta, não entristeça! Mago Poeta, que transforma as poucas horas de meu domingo em infinitos de encontro e a voz cansada e irritada em doçura e melodia. Te amo pelo que és e por quem me torno contigo. Brega? deixa ser… 🙂

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *