REINVENTANDO QUINTANA – UM POEMA ERUPTIVO

Em cada ponta de ilha imaginária
um vulcão

sobrevejo pássaros brancos de fumaça
e sinto que os passos passam
o vôo não

os passos nas pedras pesam
o coração dos muitos
seguidores de metas futuras

lava quente
é rocha
no mar frio

ebulição
beijo de opostos
que liberta acima o fugaz
para ser pisada e lilás
triste, morna e fixa demais
até a próxima explosão

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