SEM INTERNET

O ventilador joga silêncio em minha pele, enquanto as persianas esperam – sem ansiedade – o crepúsculo. Passam pedaços retangulares de céu pela janela da cozinha. O tempo me sobra e não tenho pressa ou meta distante. Sensação boa de já ter chegado. Disputa e medo acenam de longe. Reaprendi a ler.

(Fabio Rocha – 20/9/2007)

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