GRANDE NOITE

Altas horas.

Comida nos pastos
azeite na veia
sonhando acordado
a lua lá cheia
um sono chegando
o frio chovendo
poema nascendo
poeta deixando
vir como ele veio.

Entre parentes
entre parênteses
o racional:

(E aceitando
recaídas
métrico-rimais
de qualidade duvidosa)

2 respostas

  1. Achei graça ao abrir esta tua página hoje e deparar-me com o poema «Grande Noite» “Altas Horas.”… pois para mim, hoje foi de facto uma -grande noite até altas horas- de trabalho intensivo (aqui já são 5:30). Antes de me deitar, resolvi vir ler-te… e que engraçada coincidência. Até esbocei um sorriso!Quanto ao poema… como sempre, genial! Gostei!(Não gostas mesmo de fazer rima pois nao?)Quase hora de dizer: tem um excelente dia 🙂

  2. Obrigado, Alexandra!!Na verdade gosto de rimas, mas quando muito bem feitas ou quando inovadoras, em forma de ritmo ou pelo meio dos versos… Mas esse poema deixei como veio.Eu me empolguei mais com o poema voador abaixo dele… 😉 Leu?Quanto às sincronicidades, devo atraí-las… :)Beijos, tudo de bom!!

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